Assim diz a canção: “Como é bonita uma religião que se lembra da mãe de Jesus./ Mais bonito é saber que tu és./ Não és deusa. Não és mais que Deus, mas depois de Jesus, o Senhor,/ neste mundo ninguém foi maior.” Neste verso, está sintetizada a sadia devoção a Maria, sempre venerada e amada pelos cristãos de todos os tempos. Vejamos alguns traços dessa devoção.

Um dos pontos de discussão entre católicos e protestantes/evangélicos seria sobre o número de livros da Bíblia. A Bíblia adotada pela Igreja Católica é composta por 73 (setenta e três) livros, sendo 46 livros no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento. Já a Bíblia adotada pelas denominações protestantes/evangélicas possui 66 (sessenta e seis) livros, sendo os mesmos 27 livros adotados pela Igreja Católica no Novo Testamento e 39 (trinta e nove) no Antigo Testamento. Ou seja, a diferença está em 7 livros a menos no Antigo Testamento. Agora, vamos entender essa diferença.

 

A maçonaria compreende uma sociedade fraternal, que admite todo homem livre e de bons costumes, sem distinção de raça, religião, ideário político ou posição social. Não é, portanto, uma espécie de religião. Vejamos a relação dela com a Igreja.

Modernamente, a maçonaria foi fundada em 24 de junho de 1717 com o advento da Grande Loja de Londres na Inglaterra. Organizam-se regularmente em ‘Lojas’. Possuem símbolos distintivos, dentre os mais emblemáticos estão o esquadro (símbolo da retidão), o compasso (símbolo da espiritualidade e conhecimento humano) e a letra “G” (símbolo de Deus, o divino Geômetra). A maçonaria é norteada por princípios, dentre os quais a crença em um Princípio Criador, em respeito a todas as religiões, denominado ‘Grande Arquiteto do Universo’ e acessibilidade a todos os homens independentes de raça, classe social e credo, seja religioso ou político. Na maçonaria, prezam-se práticas fraternais e cívicas.

Desenvolvido pela Pastoral da Comunicação - Paróquia de Nossa Senhora da Conceição (2017)

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