SEMANA SANTA: CREIO NO AMOR DE DEUS!

Deus amou tanto o mundo que enviou seu Filho. Deus é o Pai que nunca deixou de amar seus filhos.

 

Jesus nasceu em Belém da Judeia, viveu sua mocidade na Galileia, de onde começou a pregar e iniciou sua vida pública com seus 12 apóstolos.

Ensinava. Curava. Repreendia. Reconduzia. Perdoava. Havia muito Amor em seus gestos!

Assim, após anos de pregação, Jesus chegou em Jerusalém, celebrou a Páscoa com seus discípulos.

Naquele momento, ao lavar os pés dos discípulos, deixou-nos a lição da humildade e do Amor, para em seguida nos deixar a Eucaristia.

Foi traído e preso. Todos o abandonaram.

Diante do Sinédrio judaico, quando questionado se seria Ele o 'Filho do homem', respondeu “Eu sou!”. Foi esbofeteado. Empurrado. Ofendido. Eles o batiam por ódio, Jesus se calava por Amor.

Pedro, em sua fragilidade humana, negou Jesus três vezes, conforme lhe fora dito durante a ceia. Por Amor a Cristo, arrependido, chorou amargamente!

Pôncio Pilatos, a autoridade romana, disse: “Eis o homem!”. Jesus teria ouvido: “Eis o Amor encarnado!”

Uma multidão o acusava e pedia seu sangue. Jesus daria seu sangue por Amor.

Jesus foi condenado à morte e morte de cruz. A cruz se tornaria o símbolo do Amor de Deus.

No calvário, colocaram dois ladrões, um em cada lado. Num gesto de Amor, Jesus reconhece o arrependimento do pecador e lhe promete o Paraíso!

Jesus não tinha mais forças. O peso de nossos pecados o sufocava. Jesus se deixava sufocar pela dor por Amor a nós.

Naqueles momentos finais, talvez a visão de sua mãe ao pé da cruz lhe fosse um consolo. A visão de Maria era a visão do Amor de uma mãe que via seu filho morrer por Amor a pecadores.

Num último gesto, Ele olhou para o céu e sentenciou: “TUDO ESTÁ CONSUMADO!” e entregando o espírito, expirou. O Amor que brotou do coração do Pai, agora estava consumado no sacrifício de Jesus.

Foi sepultado num túmulo novo, ali próximo. Houve pressa, pois o sábado judaico já estava para começar. Não houve velório. Não houve tempo para prantear. O Amor de seus amigos teve que se calar.

No terceiro dia, a pedra do túmulo estava removida. As mulheres não viram o corpo do Senhor. Ele aparece para elas e as manda anunciar a alegria da ressurreição aos seus discípulos.

A eles aparecendo, deseja-lhes que a paz estivesse com eles. A alegria de reencontrar os que Ele amava.

A um Tomé incrédulo pede que lhe toque o lado perfurado pela lança. E quão feliz ficou o apóstolo ao ver que seu Senhor estava vivo.

A todos reunidos, pede-lhes que por Amor fizessem discípulos em todas as nações.

Soprando sobre eles, entrega-lhes a força do Espírito Santo, para que fossem suas testemunhas. As testemunhas do Amor de Deus.

Em seguida, sobe aos céus e um anjo anuncia Seu retorno futuro.

E na certeza de que em Sua morte e ressurreição não havia outro sentimento senão AMOR, nós, Igreja, aguardamos o dia em viveremos com Ele na Jerusalém Eterna!

Lá não existirá mais dor nem choro. Só existirá o Eterno Amor de Deus.

Amém!

 

 

 

 

A foto que ilustra este artigo foi retirada de: http://blog.cancaonova.com/diariodeumconsagrado/2011/04/20/preciso-aprender-abracar-minha-cruz/

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