Tríduo Pascal: Grande mistério de nossa redenção

Tríduo Pascal

O Tríduo Pascal “é ápice luminoso de todo o ano litúrgico”[1]. Inicia-se na tarde ou noite da Quinta-feira Santa, com a celebração da Missa da Ceia do Senhor. Trata-se de uma solene liturgia, onde a Igreja celebra a instituição da eucaristia, a última ceia de Jesus com seus discípulos antes de sua paixão e morte. Rememora-se, também, a instituição do ministério sacerdotal, sustentado na palavra de Cristo: “Fazei isto em minha memoria” (1Cor 11,24). Nesta missa tem-se o rito do lava-pés, que faz memória à ação do Senhor para com seus discípulos. Esta solene liturgia termina sem a bênção final, mas com o início das marcas da dor e da paixão, lembradas com a translação do Santíssimo Sacramento. Este momento faz memória ao momento em que Jesus vai para o Monte das Oliveiras, onde suará sangue e será preso. É válido ressaltar que após a Missa o altar é desnudado; “ele é símbolo do Cristo aniquilado, despojado, flagelado e morto por nossos pecados”[2]. A cor litúrgica deste dia é o branco.

Tríduo PascalO Tríduo Pascal “é ápice luminoso de todo o ano litúrgico”[1]. Inicia-se na tarde ou noite da Quinta-feira Santa, com a celebração da Missa da Ceia do Senhor. Trata-se de uma solene liturgia, onde a Igreja celebra a instituição da eucaristia, a última ceia de Jesus com seus discípulos antes de sua paixão e morte. Rememora-se, também, a instituição do ministério sacerdotal, sustentado na palavra de Cristo: “Fazei isto em minha memoria” (1Cor 11,24). Nesta missa tem-se o rito do lava-pés, que faz memória à ação do Senhor para com seus discípulos. Esta solene liturgia termina sem a bênção final, mas com o início das marcas da dor e da paixão, lembradas com a translação do Santíssimo Sacramento. Este momento faz memória ao momento em que Jesus vai para o Monte das Oliveiras, onde suará sangue e será preso. É válido ressaltar que após a Missa o altar é desnudado; “ele é símbolo do Cristo aniquilado, despojado, flagelado e morto por nossos pecados”[2]. A cor litúrgica deste dia é o branco.

Na Sexta-feira da Paixão temos a continuação deste tríduo. Este é o dia onde a Igreja, em todo o mundo, celebra às 15h (hora registrada nos textos sagrados da morte do Senhor) o Rito da Paixão. Este é o dia em que não há a administração de nenhum sacramento nas igrejas, nem outro rito litúrgico, tão somente o Rito da Paixão. Este é dividido em quatro partes, sendo a primeira o Rito Inicial, que se trata da procissão de entrada feita pelo presidente da liturgia, que ao chegar no presbitério prostra-se no chão representado toda a assembleia reunida, após profere a Oração Coleta (do dia); a Liturgia da Palavra é o segundo momento desta liturgia, onde são lidos textos sagrados sobre a morte de Jesus; em seguida faz-se a Oração Universal, que são 10 intenções feitas pela Igreja Católica em todo o mundo. A terceira parte é a Adoração de Cristo na Cruz, que é o momento onde os fiéis vão ao encontro do Cristo pregado ao fiel madeiro da Santa Cruz para adorá-lo e prestar-lhe reverência. Esta liturgia se conclui com o Rito de Comunhão. A cor litúrgica deste dia é o vermelho, lembrando-nos o sangue de Cristo derramado pela humanidade.

Após o Rito da paixão, a procissão do Senhor morto acontece ao som das matracas, que assim como os sinos anunciam algo alegre para a comunidade, as matracas anunciam a dor e o sofrimento. Com o fim do Rito e da procissão, todas as igrejas são fechadas, apresentando-nos o grande luto e nos é possível refletir também que a Igreja torna-se túmulo do Senhor. As Igrejas só são abertas na solene Vigília Pascal.

No nosso próximo encontro concluiremos esta reflexão sobre o Tríduo Pascal, com a Celebração da Vigília Pascal, no Sábado de Aleluia! Boa Semana Santa para todos!



[1] SC 100; Normas Gerais sobre o ano Litúrgico e o calendários, 18.

[2] AQUINO, Felipe Rinaldo Quiroz de, Para entender e celebrar a Liturgia, 10ª edição. Lorena/SP: Cléofas, 2010.

Desenvolvido pela Pastoral da Comunicação - Paróquia de Nossa Senhora da Conceição (2017)

Área Restrita